Aparentemente… O último post foi muito grande para vocês e acabaram não lendo… (Pelo menos teve poucos comentários…) Lembrando que para ler essa continuação, tem que ler o anterior e.e


Haibara e Hakase já se encontravam no estacionamento mais próximo da central da polícia, onde a garota ligava o brinco telefone. Pelo que o sinal da escuta na gravata do desavisado detetive transmitia, ele já estava em direção aos mais novos membros do batalhão.

“Mouri, você tem certeza que é uma boa ideia fazer um ‘approach’ tão direto?”

“Se minhas outras suspeitas estiverem corretas, essa é a única maneira Megure…”

            Haibara conseguia ouvir perfeitamente os dois, mas como eles chegaram a pouco, não dava para saber sobre o que eles tinham conversado anteriormente. Porém, dava para se concluir que estavam a caminho de um “interrogatório” informal dos suspeitos. Ela abriu seu notebook e deixou arquivo de texto e um bloco de notas aberto, para fazer as anotações do que ela julgasse importante e até mesmo do que não entrasse no critério.


Mouri andava acelerado pelos corredores da instalação, já tinha chegado no andar adequado, só faltava acertar a sala. De acordo com os membros veteranos da equipe forense, os “novatos” da central estariam em uma região diferente por não haver espaço na sala original. Forçando essa locomoção toda.

Eles estavam “hospedados” em uma antiga sala de almoxarifado e ao chegar na porta, Mouri pode ouvir um constante barulho. Ele acenou para seu amigo que estava logo atrás dele, confirmando o que iriam fazer. Megure estava tão sério, que qualquer um que visse pensaria que ocorreria uma invasão a um esconderijo criminoso.

Kogoro bateu na porta duas vezes e esperou alguns segundos sem resposta. Repetiu a ação, e após o silêncio de dentro da sala, uma voz feminina e suave convidou o desconhecido a entrar.

Abrindo a porta lentamente, o que foi visto era de longe inesperado pelos dois experientes homens. O antigo almoxarifado já estava praticamente transformado em uma sala com quatro mesas próximas a entrada, duas de cada lado do ambiente, e ao fundo no canto direito empilhado os resquícios do que deveria estar lá. Os armários aparentavam estar sendo organizados no momento, o que explicava a barulheira. Quem aparentava estar fazendo isso era um homem jovem de cabelo curto e uma cicatriz no queijo, ele sorriu e cumprimentou com a cabeça aqueles que adentravam.

Aparentemente arrumando no centro da sala, uma grande mesa com vários papeis, vidros de laboratório, evidências, entre outros objetos e mais um rapaz alto e jovem. Com cabelos um pouco mais longos e claros ele ignorava os convidados e se concentrava em seu trabalho quase que detalhista.

Apesar de ter quatro mesas na sala, só tinha mais uma pessoa no local. Aquela que convidou os homens a entrar se encontrava sentada na primeira mesa a esquerda com as pernas cruzadas em um ar de extrema serenidade e supremacia enquanto tomava o que aparentava ser uma xícara de chá. Após um leve gole inaudível, a jovem imponente separou sua bebida no pires sobre sua mesa, que era evidentemente a mais limpa do local e juntos os dedos, para questionar com a mesma voz leve que convidou os senhores ao recinto em um meigo sorriso:

– Pois não? – Encarou ela os dois, com seus imensos olhos que não deixava nada passar.

Mouri ficou sem folego. Era ela uma policial de fato? Seu cabelo e pele eram perfeitamente cuidados sem sinal de estresse causado pela profissão, sua postura extremamente elegante para alguém que estaria cercada, pôr em sua grande maioria, trogloditas… Por um segundo Kogoro queria esquecer do porquê veio… E talvez mais que um segundo, porque quem tomou a dianteira foi Megure, que se demonstrou resistente ao charme daquela que estava ali.

– Perdoe a intrusão minha e do meu amigo aqui. Você deve ser Mitsuzawa Yumi-san, correto? – Disse o grande homem tentando se manter firme e ereto.

– Certamente. E pela sua aparência, o senhor deve ser o tão bem aclamado inspetor Megure Juzo. E seu amigo é nada mais, nada menos, que o grande detetive Mouri Kogoro, certo? – Disse Yumi com um leve sorriso.

Ao ouvir seu nome, Mouri voltou a si e confirmou que ela estava certa com um sorriso sem jeito enquanto se curvava em comprimento e coçando sua cabeça com a mão direita. Como já estava acostumado a fazer nessas situações.

– E o que devo a honra da presença dos senhores? – Questionou ela ao decidir recuperar seu chá ainda por terminar de sua mesa.

Com essa pergunta, o detetive dorminhoco voltou ao seu foco e pegou uma cadeira da mesa do centro da sala. O que fez o rapaz a organizá-la olhar para ele e, estranhamente, demonstrar pela primeira vez que tinha percebido que tinham companhia. O inspetor afastado fez o mesmo e deixou o rapaz atônito, sua expressão gritava “O que estão fazendo com minha organização?!”

– Serei direto, senhorita Mitsuzawa. – Falou Mouri enquanto puxava o ar. – Estamos aqui para fazer algumas perguntas a você e sua equipe.

Ao ouvir isso, Yumi que estava levando seu chá a boca deu uma pequena pausa, fechou os olhos e retomou a ação. Abriu os olhos e confirmou ter ingerido todo o líquido da xícara e pode finalmente deixar de lado sua degustação. Com o rosto sério, e novamente com os dedos entrelaçados, ela encarou os dois homens com a pergunta já esperada:

– Posso saber o motivo delas?

Tanto Mouri, quanto o Megure, já encararam muitas pessoas perigosas em suas vidas. Desde as pessoas mais loucas e perversas, até as mais sãs e poderosas. A aura que emanava daquela mulher era uma mistura dessas duas vertentes… Alguém com perfeito controle de suas capacidades mentais, com vasto poder e que usa desse talento para causar as situações mais perversas e loucas possíveis… Como uma líder de uma grande Yakuza.

Eles engoliram o seco. Obviamente eles poderiam estar errados, não havia nenhuma prova. Mas definitivamente, ela dava medo…

– Sendo sincero, não. – Mouri sentiu a circulação acelerar e o suar frio começar a surgir. – Mas prometo que não são perguntas invasivas. São mais para conhecer melhor o que trouxe vocês aqui a central e sobre vocês. Infelizmente vocês acabaram muito isolados por causa da falta de espaço e isso dificulta a interação, certo?

Obviamente, a ideia de dizer isso, dessa maneira, era fazer a insinuação de uma festa de boas-vindas, e que o departamento não queria agir de forma desagradável. Mas isso definitivamente não foi o que passo pela cabeça da Mitsuzawa, que após uma encarada seca, que fez Mouri sentir sua alma vigiada, suspirou e respondeu:

– Entendo. Fiquem à vontade, responderei o possível. E obviamente, os rapazes aqui presentes. – Ela fez um gesto com a mão esquerda, como se mostrasse os produtos a disposição na vitrine. Gesto esse que foi respondido com a continência rápida dos rapazes. –  Bem, a Yoko-san não está no momento, mas já deve estar chegando. Ela foi pegar uma papelada de formalização de seu inquérito de campo.

Confirmando a permissão, Megure que deu voz a primeira pergunta, a mais óbvia a ser feita.

– Espero não parecer rude, mas tem algo que vem me incomodando. Porque vocês foram transferidos de Okinawa para Tokyo? Infelizmente, eu não recebi nenhum relatório explicando o motivo, nem faço ideia do por que…

Ela riu e respondeu meigamente:

– Já perdi a conta de quantas pessoas nos perguntaram isso. É realmente estranho ninguém do departamento receber o motivo… O que foi passado para nós é que Tokyo andava passando por dificuldades com o número crescente de crimes. E que algumas áreas, principalmente a da criminalística, estavam ficando sobrecarregadas. Como Okinawa anda um pouco mais calma, decidiram nos tirar de lá, e trazer para cá… Bem, sendo sincera eu não esperava encontrar tanto trabalho assim que eu chegasse… Sem falar começando com a análise do corpo do adolescente detective Kudo Shinichi. – Quando ela disse esse nome ela estava com um sorriso fino e leve, seus olhos entre cerrados, como se ela tivesse feito esse comentário sabendo que essa era a informação principal real que eles queriam. – Julgo que devemos esse estardalhaço ao “Caos de Tokyo”, certo?

– Ora… Parece que a central não acredita muito no nosso potencial para pedir ajuda a outras províncias… – Reclamou Megure fingindo que era esse o motivo da sua cara feia.

– Não leve isso para o lado pessoal inspetor. Só seguimos ordens dos superiores. – Dessa vez, Yumi não parecia muito feliz com seu próprio comentário. – Enfim, vocês não vieram aqui perguntar só isso, não é mesmo?

– Claro que não. – Disse Mouri. – Sem necessitar de muitos detalhes, nos fale sobre você e sua carreira, fazendo o favor.

Ele sorria enquanto esfrega as mãos como um bom homem de negócios, a partir desse momento Mouri começou uma colheita de dados aparentemente inúteis, porém, que poderiam traçar um perfil, achar mentiras e levar a pistas.

Surpresa, ela olhou para o vazio procurando o início.

– Bem, eu nasci no Brasil, na cidade de São Paulo. Meus pais são japoneses, então sempre me interessei com o país e a cultura. Na minha primeira oportunidade me mudei para cá e chegando aqui, no ensino médio, me vi apaixonada pelos mistérios policiais e a biologia. Não tive dúvida sobre o curso que iria cursar e fiz medicina especializada na genética forense… Ah! Talvez vocês pensem que as datas não batem com minha idade. Mas eu me formei tanto no ensino médio, quanto na universidade com honras ao mérito. Entrei no ensino superior aos 15 anos e me formei aos 21, ao em vez de gastar os 10 anos costumeiros da medicina, gastei 6. Me ingressei na equipe de Okinawa há dois anos e durante um ano fiz meu nome… Gostaram tanto do meu serviço que me nomearam essa equipe. Mas talvez não gostaram tanto da minha presença, afinal… Um ano depois me mandaram para cá, junto com os jovens prodígios da província.

– Comparado com você, somos reles mortais Yumi-san – Comentou o rapaz com a cicatriz no queixo.

Ela deu um sorriso de agradecimento pelo elogio, voltou-se aos detetives, colocou o dedo indicador no meio dos lábios enquanto novamente olhava ao vazio do teto para pensar.

– Bem… Quanto aos meus gostos pessoais… Gosto bastante de biscoitos doces e chá-verde, não tenho uma real preferência por estilo musical e adoro o trabalho do Gosho Aoyama… Hum… Quer saber de mais alguma coisa?

– Só uma… Você disse que seu primeiro trabalho aqui foi a análise do corpo do colegial Kudo Shinichi. – Disse Mouri deixando a expressão mais séria. – Quem te passou esse trabalho e como você fez essa análise?

– Acho essa pergunta um pouco imprópria, não? – Ela se virou de costas, como se a partir daquele momento iria ignorá-los, mas ela pegou um biscoito com gotas de chocolate de uma sacolinha e disse, ainda de costas. – As ordens vieram de um superior, provavelmente o Superintendente Matsumoto-san saiba exatamente de quem. E usei a amostra de sangue que estava aqui mesmo no departamento para fazer o mapa genético. Yamamoto-kun, por favor, responda as perguntas que cabem aos detetives, aparentemente, alguma coisa anda os incomodando, seria interessante que nós o ajudássemos a aliviar suas angústias, não é mesmo?

Yamamoto sorriu e sentou em sua mesa que ficava do lado direito da sala, perto da porta, e fez um gesto com a mão os convidando para que eles sentassem em sua frente. O outro rapaz que tinha terminado seu serviço, foi até um erlenmeyer e usando um bico de Bunsen aqueceu água para… Um macarrão instantâneo?


 

47 thoughts on “Mais um pedaço do capítulo… QUE SERÁ IMENSO!

    1. MORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

      1. Vish, antes de eu escrever esse comentário, ainda não tinha lido nem a primeira parte, agora que li as duas não faço mais ideia de como terminará. Mas tá legal, pode ser meu assistente.

          1. Sim, não estórias detetivescas, ou de mistérios, e sim algo mais voltado ao ´tridente, história, sociologia e filosofia´, apesar de que as vezes me aventuro ao romantismo, mas esse último é mais obrigação por parte dos professores.

            Sempre gostei de de escrever, mas não lia muito, aí ficavam muito limitados, sabe? Aí passei a ler pra caramba, leio livros até do que não tenho o menor interesse, e com o tempo fui melhorando, mas ainda acho que são fracos. Tu escreve bem melhor.

          2. Um dia compartilhe algo que tu escreve, ai lerei e darei minha opinião

          3. luc, admiro sua coragem, eu não teria coragem de ler algo escrito pelo seiya…

  1. Alguém chegou a concluir aquele desafio do site? Eu perdi umas horinhas mas não consegui concluir nada daquilo que apanhei, e depois não vi mais nenhum comentário acerca disso.

      1. Não dá pra dar uma dica, um ponto de partida, um comentário que indique o caminho certo?

        1. Até faria isso, se alguém chegasse no mesmo ponto que a Thaís… Porque ai eu saberia que o problema ta naquele ponto XD

          1. E depois de mais umas horas fiquei na mesma… Sem solução…

          2. Se eu der dicas/resposta, perde o sentido do puzzle ser o mais difícil =/

  2. Que história!!! Está ficando muito bom!!! Eu estou me surpreendendo com os fatos que estão desenrolando. Te admiro por conseguir conduzir o personagem para as primeiras pistas! Eu não consigo. A minha história está estacionada por causa disso… Apenas junto ideias mas sem ter um rumo traçado para o personagem ir descobrindo as pistas até o culpado… Parabéns!!! Eu estou ansiosa por mais capítulos da sua fanfic! 😁😁😁

    1. Essa é, sinceramente, a parte mais difícil. É de certa forma tranquilo ter a ideia geral, mas COMO guiar o personagem é um inferno =/
      Estou tendo muita dificuldades de fazer isso, por isso já peço perdão adiantado caso faço merda ó.ò

  3. Te entendo… 🙁 Já li um monte de livros de mistério polial, já assisti episódios de várias séries e filmes do gênero incluindo maratonar vários episódios de Meitantei Conan que já havia visto e nada de entender como montar o caminho para as pistas e ao mesmo tempo desenvolver o personagem… Ao menos você não precisa desenvolver todos os personagens do zero… Boa sorte! ☺

  4. Comentando com os pés porque com as mãos estou aplaudindo esse capítulo maravilhoso!

  5. tava assistindo o ep 797, quase dei um murro na tela de tão chata que a coadjuvante desse ep era, tirando isso Otima história, acho que vc devia dedicar nesse ramo e tentar publicar uma historia original não?

    1. É o meu desejo. Almejo me tornar um escritor um dia, mas por hora, estou “praticando”.

  6. Cara, só eu que em alguns casos de conan, acabo boiando legal nas explicações que o conan dá para os truques usados pros crimes?

  7. bem, como eu disse no post anterior, li mais um capitulo: Capítulo I.V – O mês Infrutífero

    na minha humilde opinião (mintira, sou desumilde, essa é a mais pura verdade) melhorou bastante em relação ao: Capítulo I – O Plano, os personagens se comportaram de uma maneira mais condizente com as suas personalidades na historia original(não ta perfeito, mais melhorou), você também conseguiu deixar alguns personagens mais consistentes, isso é muito bom(não foram todos, mais já foi um grande avanço), também ficou melhor o desenvolvimento dos personagens(as partes de desenvolvimento de personagem estão se “relacionando” melhor com as partes de desenvolvimento de enredo) ainda a partes desnecessárias na historia, mais bem menos em comparação com o capitulo anterior, de modo geral, esta tudo mais consistente

    Ps- no post que eu falei sobre os comentários da haibara eu recomendei o anime Kaiji, é um anime sobre jogos/apostas/gambling [e não é uma merda como esse kakegurui que saiu a um tempo atras(se tiver algum fã de kakegurui ai: kakegurui é um PESSIMO anime de gambling espero suas respostas amorosas a esse comentario)]bem, alem de kaiji ser um ótimo anime sobre jogos(você ta tentando colocar um jogo na sua historia) kaiji também tem um ótimo drama psicológico e momentos de tensão muito bem desenvolvidos, se você não assistiu, realmente deveria assistir[claro que eu posso estar dizendo isso só porque quero falar sobre o anime e quase ninguém que eu conheço assistiu(cidade pequena, pouca gente tem interesse em animes e menos ainda em animes não mainstream)mais não deixa de ser uma ótima recomendação, vou até colocar um link pra a abertura da segunda temp(com legendas) pra se alguém quiser dar uma olhada https://www.youtube.com/watch?v=BQ0KfA_oSZQ (esse parentese ta aqui só pra separar o colchete do link pra que ninguém confunda ele com parte do link)]

    Ps²- você ainda não mandou a solicitação de amizade no LoL, eu to querendo jogar com um profissional pra ver se aprendo algo bom(¯ ▽ ¯) /

    Ps³- eu ja falei que kakegurui é um péssimo anime de gambling?

    Ps4-esse capitulo melhorou muito em relação ao anterior, espero que sua historia continue melhorando cada vez mais

    Ps5-mais se você quiser que eu leia outro capitulo, ainda vai ter que me convencer…

      1. Se você leu este comentário, responda
        dizendo que leu, temos que provar que o Seiya está errado

  8. Galera, eu fui fazer download dos eps, e só tem a opção ´episódios online´, o que aconteceu com os eps pra download?

    1. é que eu estava mexendo nas páginas, tenta atualizar a página inicial e entrar de novo no download de episódios

        1. Resolvi colocar só os da GHS, porque eu vou ir substituindo os episódios das outras fansubs pra todos ficarem com a mesma cara da GHS.

          1. Aff mano… então tu vai traduzir os primeiro mas com qualidade melhor? Puts… tu esperou eu assistir os eps das outras fansubs com qualidade ruim e só depois anuncia isso?…

          2. É que antes a prioridade era fechar os buracos >.>

          3. Eu esperaria, uai. Sou paciente. Daqui á alguns anos eu revejo conan todo.

            E ai Yumi ou luc, me aprendiz, bem que vocês podiam colocar o filme 1 de novo, só que mais leve. 5 gb é demais uai

          4. Eu já disse que vou refazer os filmes, espere e tenha paciência antes que eu perca a paciência >.>

  9. Vejo que o Kogoro e Megure estão investigarem por conta própria sobre o caso do caos em tokyo essa fanfic vai ser demais vai ser muito diferente mas adoro isso
    Essa yumi pode parecer confiável mas como não pode ser se o Kogoro não tomar cuidado acaba por morrer nas mãos do Kuro
    Não sei como vai terminar mas tenho fortes suspeitas
    Quando vais postar o capitulo de verdade ? Eu escrevo muita coisa escrevi o detective conan mas na era medieval moderna que está no site de fanfics chamado spirit . Esse site é giro quem tem por o dedo no ar

    1. Serei sincero, estou tendo que postar partes do capítulo completo aos poucos. Motivos:
      Primeiro: Se eu quiser postar ele INTEIRO de uma vez, vai demorar MUITO para postar, porque demoro para escrever o capítulo, constantemente releio o que escrevi com medo de ficar inconsistente. Gosto de passar os pedaços que escrevo para alguns amigos seletos para eles darem suas opiniões também, etc.

      Segundo: Aparentemente, apesar de ter uma quantidade saudável de leitores o fansub, ainda são poucos, e pelo que percebi, quanto maior o fragmento que posto, mais demora para eu ter um feedback. Feedback esse que uso para estipular como irei continuar escrevendo. Em menos de duas semanas postei o equivalente a onze páginas do Word em fic. Muita gente que normalmente comenta na fic, não o fez (por exemplo).

      Terceiro: Apesar serem fragmentos, quando terminar o capítulo nos posts, irei colocá-lo na página da história ele completo com algumas correções (Sim, lá é onde existe os capítulos corrigidos) e mesmo lá tem erros, então prefiro ir com calma para diminuir minhas merdinhas XD

  10. Entendo fazes bem isso foi boa ideia … É melhor fazeres aos poucos para assim não causar prejuízo . Adorei os episodios em online isso vai render muito lucro . Queria saber se vão fazer nos filmes especiais e Ovas , porque quero saber no que isso vai dar pelo visto traduzir de novo mas desta vez vão fazer rápido porque estão todos os episodios feito sem buracos .
    Vão fazer a mesma coisa do filmes e entre outras coisas ? Será que vai demorar muito eu não importo de esperar muito além disso vocês são rápidos a fazer isso .

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