Ta foda a parada…

Ps1.: 2.563 palavras;  6,5 páginas

Ps2.: Quase não teve resolução por parte de vocês, somente a Nathy na real. E é por ela que to postando hoje, em respeito aos comentários dela u.u

Ps3.: Quanto a próxima parte, essa irá DEMORAR PRA PORRA! Por que estou tendo que ler que nem um condenado para a faculdade, então não to tendo tempo nem para respirar direito, imagina escrever, revisar e postar… Preparem-se para um período sombrio aqui na GHS, com quase zero posts…

Ps4.: Ainda quero… Mesmo que se eu ganhasse um hoje, não poderia jogar… Mas ainda quero…


Mas como fazer o homem perceber? Como dar as pistas necessárias?

“Já sei! Se eu…”

Seu raciocínio foi cortado pelo Inspetor Megure gritando:

– Takagi! Colete parte desse líquido e leve para o laboratório! Chiba!

O oficial que estava ao lado do Shiratori iria a origem do chamado, mas foi parado pelo próprio colega que deu voz a ordem:

– Peça que aumentem a distância do cerco. Para que as pessoas saiam da área da “chuva”. Ah! Ligue para os bombeiros… Talvez seja necessário que eles ajudem com a limpeza.

Chiba demorou a assimilar a ordem, mas assim que entendeu o porquê, prosseguiu “in pronto”. Essa ação do Shiratori não era, em hipótese alguma, confrontar o Megure, mas era para a sua própria segurança. Ele, que foi afastado do cargo chefe, não podia assumir essa posição de autoridade. E Megure compreendeu. O largo homem pegou seu celular e ligou para Sato que estava em outro lugar.

– Como está o presente ai?

“- Ele se abriu e começou a jogar um líquido fedorento… Apareceu uma mensagem estranha também para o Mouri-san… Não estou gostando disso.”

            – Ai também hum… – Ele pensou um pouco e foi informar o Shiratori. – Inspetor Shiratori, a mesma situação se repete onde Sato está.

– Obrigado Inspetor Megure, passe as mesmas ordens a ela.

– Sim! Sato, peça para aumentarem a distância do cerco, para que os civis fiquem longe da área da chuva e ligue para os bombeiros, eles podem ser úteis ai também.

“- Sim senhor!”

“Com essa conversa, já deu para se ter noção de que nos outros pontos a situação é a mesma… Mas o problema não é somente se estão recebendo ainda a chuva ou não… E sim se o líquido daqueles que se molharam ainda está conectado com a fonte… Bem… A área já foi condenada…” Pensou o garoto que ia fazer sua singela jogada.

– Ai ai ai ai ai! – Gritou Edogawa. – Essa água queima!

– Agora que você falou… – Ponderou Takagi enquanto segurava um vasilhame para coletar o líquido que caia. – Esse líquido parece ácido… – Colocando um pouco da misteriosa água na ponta da língua ele deu uma estremecida e uma cara de desgosto. – Que gosto horrível!

– O que você está fazendo? E se for veneno… – Perguntou Mouri incrédulo com a ação imprudente do detetive.

“Perceba logo! Alguém! O tempo… Quanto tempo… Quase um minuto!”

Conan sentiu o sangue arrepiar, danem-se as conseqüências! Ele tinha que tirar todo mundo de perto do líquido! Já ia puxando o ar para gritar, quando foi interrompido novamente, mas dessa vez por Mouri!

– TODO MUNDO PARA LONGE DESSE LÍQUIDO! RÁPIDO! – Ele gritou em desespero quando o mesmo começou a correr para longe daquele troféu.

Os policiais não entenderam o porquê do desespero. Para eles que estavam bem cobertos com seus trajes de batalhão, era somente uma água fedorenta. Eles não sentiram a pele queimar, não sentiram o gosto horrível como o Takagi na ponta da língua que se contorcia em ardência.

– INFORMEM TODOS OS POLICIAIS PRÓXIMOS AOS OUTROS PACOTES TAMBÉM! – Gritou o homem que chegava já próximo das câmeras em direção dos inspetores. – Você! – Disse ele ao segurar os ombros da repórter que estava gravando tudo. – Isso é ao vivo?!

– SIM! – Respondeu a mulher em sobressalto.

Virando para câmera, Mouri Kogorou disse com extrema seriedade.

– Todos que virem essa caixa se afastem! Não se deixem molhar! Assim que possível se lavem!

Dito isso deu um tapa nas costas do câmera e continuou a correr para se afastar. Essas palavras e esses gestos foram o suficiente para fazer todo mundo correr para longe junto…


Desespero sem explicação, um pequeno caos que se espalhou em alguns pontos da cidade. Todos começaram a se reunir em estabelecimentos não muito distante do local, mas longe o suficiente do “líquido perigoso”.

“Ha ha ha ha ha… Essa é só a primeira parte… Não tem problema correrem da morte. O estrago já está feito. E o interessante será depois…”

            Dizia alguém ao ver o que se passava pela TV. Seu sorriso era calmo, sua postura solene, seu desejo único… Talvez não tão único. Porque Kuro também via tudo de outro ponto da cidade e se alegrava infinitamente enquanto girava em sua cadeira em gargalhadas.

– Está vindo! Está vindo! Em 30 segundos! O CAOS! – Sua gargalhada era seca, como se segurasse fortemente a não expor sua loucura.


“É inevitável o estrago… Mesmo que eu fizesse algo em relação a um dos troféus… Seriam impossíveis com todos… 2:40 minutos é muito pouco tempo para fazer algo… Podemos até ter evitado mortes, mas…”

Conan encarava o lado de fora enquanto seus pensamentos vagavam conforme se secava com um lenço, tirando o excesso.

– Mouri! Para que esse desespero todo?! Descobriu algo? – Perguntou Megure enquanto se aproximava do amigo.

– De fato Mouri-san, eu sei que não deveríamos ser imprudentes, mas apesar do cronômetro e do “tic-tac”, não parecia ser uma bomba… – Proclamou Inspetor Shiratori enquanto endireitava suas roupas.

– Eu tenho medo que mesmo aqui não estejamos seguros… – Disse Mouri respirando pesadamente olhando ao longe um local desolado.

Todos tentaram entender o motivo da preocupação, mas o raciocínio foi interrompido pela sirene dos bombeiros.

– Droga! Chiba ligue para os bombeiros e peça para que não se aproximem! – Gritou Megure, que novamente, instintivamente, se pôs no comando. Quando Chiba pegou o telefone, e começou a ligação faltavam 10 segundos.

O caminhão tinha parado próximo a chuva. Os bombeiros que vinham pendurado ao lado do caminhão se assustaram com o que sentiram e começaram a correr. O motorista saiu do veículo sem entender o motivo e levantou a mão para receber o líquido misterioso, mas diferente dos policiais, reconheceu de primeira o cheiro. Ele entrou de volta no veículo e na hora que o ligou, o contador chegou à zero…


Em um ruído agudo e poderoso, o troféu anunciou que seu objetivo estava para ser cumprido… Da boca da cobra, cujos olhos agora se iluminavam, uma pequena chama foi feita, e somente isso era necessário para que o querosene entrasse em efeito cadeia e o fogo fosse jogado aos céus com toda sua força. Uma imensa torre de chamas se estendeu aos céus e caiu cruelmente sobre o chão, que percorreu a trilha criada pelas pessoas que se molharam inocentemente do composto que estava diluído para não ser tão facilmente notado.

As chamas percorriam caminhos sinuosos em alta velocidade como serpentes famintas. O fogo se alastrava como uma besta demoníaca em busca de suas presas. Presas essas que gritavam escondidas em instalações longe da fonte, presas essas que começaram a correr em pavor de que as chamas os alcançassem, presas essas que só não estavam condenadas porque conforme elas corriam para longe, a quantidade de querosene no chão diminuía e com isso a trilha do fogo. Mas era melhor que permanecessem em fuga. Porque mesmo que lentamente, as chamas se estreitariam por entre as instalações, as árvores poucas da cidade, pelos veículos, através de qualquer coisa que pudesse servir de combustível. Explosões começaram a surgir em meio ao mar vermelho raivoso, jogando sua malevolência para novos cantos. Era uma aleatoriedade assustadoramente incontrolável e estranhamente precisa. Para tanto estrago não era preciso muita coisa… Somente um largo presente, com queroseme suficiente para três minutos e um mecanismo para dar início. A população curiosa, as caracteristicas da cidade, o próprio ambiente daria conta do resto…

Além de tudo isso, outra coisa chamava atenção em meio aquele caos flamejante. O caminhão de bombeiros que saiu do meio de tudo aquilo cintilava em repúdio ao seu inimigo natural. Completamente coberto, ele acelerava como um touro raivoso sem medir para onde ia, totalmente perdido e sem visão, cambaleando por entre as chamas. Além dele, quatro pessoas, como tochas vivas correram para fora do epicentro, mas diferente do veículo, elas sabiam para onde correr. Para os gritos de pânico.

– Água! Tragam água! Temos que salvar aqueles homens! – Gritou Mouri.

– Se tiver algum policial que não foi molhado pelo líquido, vá guiar os bombeiros para cá! RÁPIDO! – Ordenou Shiratori.

E assim foi feito. Poucos policiais aos berros correram para os homens que se sacudiam violentamente tentando espantar as chamas. Somente quando os policiais chegaram perto eles começaram a entender seus gritos e os seguiram. Conforme eles os seguiam, o rastro de fogo ia se espalhando. Pontos vermelhos surgiam aleatoriamente no chão. Além do grito de agonia, eles começaram a pedir por “cobertores”.

Takagi entendeu o pedido. E pediu pela busca dos mesmos. Nessa situação, cortar a alimentação de oxigênio do fogo é melhor que simplesmente tacar água na esperança de extinguir as chamas.

Foram muitos esforços, tanto daqueles que estavam acompanhando a luta, quanto daqueles que lutavam para se salvar. Por sorte conseguiram um largo carpete, enquanto os homens rolavam no chão eles eram alvejados com baldes e mais baldes de água, abanadas de tecido, tudo tão desesperadamente e violentamente que não havia dúvida que eles estavam se machucando com as “porradas”. Mas foi para melhor… Após um tempo de luta, as chamas se foram… Pelo menos daqueles homens que respiravam com dificuldade e que não estavam feridos de forma letal graças a suas roupas especialmente feitas para esse tipo de situação e seu raciocínio rápido assim que chegaram no local.

– Estou ligando para uma ambulância… – Disse Mouri. – Agora falta o caminhão…

De fato, faltava aquele que permanecia sem salvação, girando e girando, em meio às chamas.

– Se o caminhão continuar assim vai acertar alguém! – Gritou Shiratori enquanto cobria a visão por causa do calor.

– Temos que guiá-lo para o lugar seguro de alguma forma! – Complementou Takagi.

“Que merda! Como posso fazer algo sem que percebam… A equipe de TV está logo ali…”

– O rio! Tem um rio do outro lado, na direção do banco! – Informou Chiba com o telefone na mão, ainda em ligação.

– Nós sabemos disso! Mas como fazemos o caminhão ir para lá?! Não conseguimos nem se quer chegar perto com essas chamas! – Gritou Megure.

O caminhão continuava a rodar em círculos. Mesmo em pânico os bombeiros devem ter se atentado pela gritaria que se dirigissem as cegas poderiam atropelar alguém… Bravos bombeiros… Acostumados a altas temperaturas, o fogo é o seu maior inimigo e seu maior companheiro. A cada segundo que passava no meio daquele turbilhão, a resistência do veículo diminuía, se aquecesse muito o metal começaria a contorcer e abriria espaço para vazamentos internos… Eles estavam cientes disso tudo, conheciam esse tipo de acontecimento melhor que ninguém… E mesmo assim, eles se recusavam a sair do meio de tudo aquilo com medo de acertar alguém.

– Shiratori! – Gritou Chiba com o telefone na mão. – Estou na linha com os outros bombeiros. Eles estão bem… Eles disseram que podem tentar entrar em contato com o caminhão em meio às chamas através do rádio, mas…

– Mas?! – Pressionou Shiratori.

– Eles não sabem como indicar o caminho…

Essa última frase fazia a situação voltar ao problema inicial. Mesmo tento um meio de entrar em contato, como apontar uma rota de fuga? Sem falar que a rua paralela ao rio não tinha sido interditada por ser uma avenida principal e estar longe das “bombas”.

“Pense… Pense…”

– O BANCO! – Gritou Conan. – Tem um Banco do outro lado não é?!

– Sim… – Confirmou Chiba, sem entender o que isso implicava.

– Ele deve ter um alarme bem alto e escandaloso para o caso de assalto, não é?!

Os policiais finalmente entenderam a lógica da criança e em seguida não precisaram de ordens, sabiam o que tinham que fazer. Takagi informou de imediato que iria ligar para os carros de patrulha para que interditassem o trecho. Shiratori começou a buscar o telefone do banco. Chiba informou o que iria ser feito aos bombeiros, para que mensagem chegasse a aqueles no meio do caos. Megure voltou a ligar para Sato e pediu para que ela, junto com os bombeiros que foram ao ponto dela, fossem para em frente ao banco e se preparassem para não só apagar o fogo, mas também servir de barreira, pro caso do caminhão ir rápido demais.

Tudo ocorreu muito rápido. A polícia mostrou sua competência para a situação alarmante. Quando a sirene do banco tocou, mesmo que parecesse baixo naquela distância, era o suficiente para quem estava dentro da fornalha, apontar o caminhão em uma direção. Era uma ação arriscada… Não dava para saber por onde ele iria passar… Até mesmo um resto de árvore poderia parar a fuga e levar aqueles homens a sua morte. Mas eles acreditaram na estratégia, se seguraram no barulho que vinha de longe e aceleraram. Passaram por meio aos carros que explodiam na rua, indicando que o tempo era extremamente curto! Mesmo feito para as chamas, mesmo sendo um caminhão, ainda é um carro, ainda pode explodir! E a cada explosão próxima o veículo era balançado, perdia velocidade, equilíbrio… Mas o motorista se recusou a cair ali… O vidro da frente tinha estourado, permitindo as chamas a entrarem e queimassem seu corpo. Chamas que era menos vívidas que a alma do homem, que de dor e adrenalina gritou enquanto sua mão sentia a borracha do volante derreter e se prender por entre seus dedos… Alma em fúria que se recusou a apagar até sair daquele inferno.

E foi, aos trancos e barrancos como um torpedo que ele se lançou ao incerto. Após um tempo sendo jogado ao ar e quase atravessando o rio por completo, mas impedido ao bater com a frente em outro caminhão que o esperava como barreira. O impacto fez estalar o fogo para todos os cantos, o caminhão que serviu de barreira foi arrastado, ameaçou tombar, mas suportou o impacto e forçou o seu “irmão” a cair com a traseira no rio em um “abraço” acolhedor. Além da água do rio que ao tocar na lataria em chamas soltou uma nuvem de fumaça, uma chuva o molhou, e dessa vez de água pura, sobre sua carcaça e retirando assim seu manto flamejante. Foi um ruído conhecido, quase um pedido de silêncio para que a fúria descançasse.

O homem de dentro do caminhão ficou desacordado, após levar o impacto sobre o “airbag” do veículo que por acaso ainda funcionou e a certeza de que estava seguro e vivo… Vivo para contar a história…

E que história… Caminhões, helicópteros e homens com suas mangueiras jogaram água aos céus por Tokyo naquele dia. Não foi somente perto do estágio, outros pontos estavam em chamas, transformando tudo em um verdadeiro caos vermelho e fervente. Foram 20 horas de luta incessante, não só das forças públicas, mas como da população que se juntou com baldes, mangueiras de lavar quintal, instintor de incendo, entre outros. Todo esse caos resultou em diversos feridos, os mais graves sendo os quatro homens que correram vivos de dentro das chamas e o motorista do caminhão.

Já amanhecia um novo dia e o cansaço cobriu uma nação que não teria muito tempo para descansar…

“Hoje a noite será a verdadeira partida…” Pensou Conan enquanto se deixava cair sobre a cama na casa do Hakase. “Quase que dá uma derrota… Por hora está no empate… Ah! Que agonia! Eu estou tratando a situação da maneira como ele quer! Como um jogo! Eu tenho que me concentrar no que vem hoje a noite…”

“[…]amanhã à noite em Gomorra[…]”


 

Por hora, usem esse post para comentar. Nós vemos mais é comentários “In post” que o chatango. Deixem os posts semanais para agradecer o trabalho da Thaís que, sinceramente, é sobre-humano.

Do mais, morram.

10 thoughts on “Quero minha infância de volta…

  1. Caraca me surpreendi isso… Eu achei que era gás inflamável, quanto que na verdade era querosene… Faz o mesmo trabalho, só que um explode de uma vez e o outro incendeia lentamente… Ainda não consegui achar a lacuna que você mencionou Luc! Fiquei curiosa!!! Boa sorte com as leituras!

    1. Responderei brevemente porque estou pelo celular e em aula: “[…] se banhava naquela água misteriosa.”

  2. Uma breve representação da minha leitura durante este capítulo:
    AAAAAAAAAAAAAAAHHH, eita preula, fudeu, AAAAAAAAAAAAAAAHHH, não tô crendo no que tô lendo, ameeeei

    1. hasudhausdhuashd
      Minha representação da minha escrita:
      AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
      *verificando se é possível*
      AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
      *pausa para comer*
      AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH *cof cof* AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
      *Indo dormir*

  3. como eu disse, li o “capitulo II – mouri kogorou” (o começo eu ja tinha lido, mais agora tava completo) bem, realmente achei interessante esse personagem “aizu kurimu”(ele é dos meus, sabe a diferença entre lamen, miojo e macarrão instantâneo, se bem que acharia mais legal se ele tivesse recusado a falar só por besteira mesmo em vez de ter um “passado”(sei la achei interessante ele ter recusado no inicio, fiquei desanimado quando o saiko falou que era por causa do passado, acharia melhor se ele tivesse recusado só por teimosia mesmo :v)]bem, sobre o resto do capitulo…

    você realmente melhorou muito desde o primeiro capitulo, serio, você conseguiu desenvolver os personagens de uma forma interessante de uma forma que não pareceu desligada do resto da historia, consegui introduzir novos personagens de uma forma bem natural(inclusive esses novos personagens parece ter personalidades bem definidas)e alem disso a historia nenhuma parte do capitulo parece estendida ou comprimida demais(o que deixa a leitura bem agradável)
    continuo achando que você esta subestimando o megure, se bem que ate onde vi o anime ele não demonstrou nada de extraordinário então não posso reclamar(:v)e também tem a parte do kid e do conan, eles estavam agindo muito naturalmente um com o outro, pelas interações que aconteceram ate onde eu vi o anime, ate um pouco demais, aconselho que você trabalhe isso com um pouco mais de calma

    ps: esse cara ai, o aizu é ate bem legal, faz ele aparecer mais
    ps2: to sem criatividade pra colocar algo no ps2
    ps3: enquanto tava escrevendo o ps2 me veio algo, to jogando esse joguinho:
    http://cdn.akamai.steamstatic.com/steam/apps/504230/ss_1ad297c2044cdcf450ee83e56350cafb590da755.1920×1080.jpg?t=1518176159
    e é bem legal, alguem ja jogou?
    ps4:vou colocar outra imagem do jogo :v
    http://i0.hdslb.com/bfs/archive/027ac2f694a6800a2dfa4266174702e2b8ab6f9e.jpg
    ps5: eu também to jogando outro jogo(sim, por isso demorou a ler o capitulo e escrever esse comentario), so q esse provavelmente ninguém vai reconhecer, uma pena, é um bom jogo :v
    http://3.bp.blogspot.com/-KXWUw6bmwjs/T5Vdj6Wi8AI/AAAAAAAAAqQ/gi2QkfrfyUs/s1600/SuperRobotWarsZII.jpg

    1. ah, ja ia esquecendo, se lembre que em tudo que eu disse que você melhorou você ainda pode melhorar mais :v

    2. O que acho mais engraçado de seus comentários, é que eles nunca são da parte postada, e sim de partes anteriores ahusdhaushdauhsd

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