Porque tem episódio e MUITA fic para vocês, mas…

Não poderia ser TÃO feliz assim né? Parei na melhor parte, só para constar MUAHAHAHA


– Eu não acredito que vocês me convenceram a vir aqui… Eu nem gosto de Rugby! – Reclamou a jovem mulher sendo levada pelos braços por dois rapazes vestidos pesadamente com coisas de seus times prediletos.

– É importante ter interações com seus membros de equipe! Mesmo que isso exija alguns pequenos sacrifícios. – Respondeu um dos jovens que ria com seu rosto pintado de amarelo e preto.

– Tenho que concordar com o Saiko-kun dessa vez. – Complementou o outro com listras vermelhas e preta na bochecha. – Sem falar que precisamos de você, caso um dois times ganhe, precisamos que você seque as lágrimas do perdedor. Ainda mais com tanta tinta na cara, não é mesmo Saiko-kun?

– Sim sim… HEY! Isso faz parecer que meu time irá perder!

– Eu não disse nada disso, aliás, eu também estou com o rosto pintado. Agora, se você tem essa confiança falha, a culpa não é minha…

– Alguém me salva… – Sussurrou a pequena se encolhendo com seus braços travados nas mãos dos colegas.

Após uma fila imensa, confirmar o ticket e irem aos seus lugares, o trio: conversou um pouco em meio a gritaria; Aizu perdeu Jokenpo e teve que comprar as bebidas e comida; Yamamoto teve sua bebida derruba em seu colo, o forçando a ir ao banheiro limpar; Yumeria saiu por uns 2 minutos para tomar um ar; Mas não importava a situação, em nenhum momento, nenhum dos três olhou para o seu telefone.

Isso era uma prova de que eles estavam se divertindo, mesmo com alguns protestos e implicâncias.

O jogo começou em gritaria, e permaneceu em barulho constante durante todo tempo. Yumeria ficava em silêncio, encolhida como um animalzinho o momento todo, assustada com o lado novo que via de seus colegas de trabalho. E, talvez pelo jogo não lhe ser tão interessante, ela percebeu a movimentação estranha vinda dos seguranças.

– Yamamoto-kun… – Disse ela enquanto puxava sua manga, mas o Suntory quase fez um ponto, fazendo-o levantar colocando as mãos no rosto em agitação e quase derrubando ela. Mas o peso em sua manga fez o rapaz perceber que alguém o chamou, mas como, provavelmente, não estava muito feliz, ele deve ter encarado ela com uma expressão bem nível de um Yakuza, porque a resposta da Yoko foi extremamente trêmula. – Perdoe-me ó Yamamoto-sama por interromper seu lazer!

– Que? – Ele legitimamente não tinha entendido a reação. – Aconteceu algo?

– A-a se-segurança do lo-local está agindo de fo-forma es-estranha, pa-parece que eles estão procu-curando a-alguém…

– Ouviu Aizu? – Perguntou o rapaz ao colega de time rival.

– Sim… Vamos verificar… Mesmo nós sendo da perícia, ainda somos policiais…

E assim eles fizeram, abandonaram seus assentos no meio do primeiro tempo do jogo para descobrir que eles tinham, cada um, cerca de cinco chamadas não atendidas da chefa.

Eles não precisaram retornar a chamada para saber que algo sério estava ocorrendo entorno da situação alegre do estágio. Aizu chegou para o segurança com o distintivo levantado já questionando o que estava ocorrendo, só para saberem que o local era possivelmente o próximo alvo do ataque terrorista e que a segurança local estava tentando, adjunto com os policiais que vieram, encontrar qualquer coisa suspeita.

Yamamoto perguntou quem estava liderando a investigação e onde ele estava. O segurança disse que não sabia quem, mas que provavelmente estava na sala das câmeras com o chefe da segurança.

E assim eles fizeram, em passos apressados com caras sérias, completamente divergentes das pinturas animadas, passos acelerados ao serviço.

Assim que abriram a porta das salas de câmeras viram os seguranças lá levantarem as mãos para tirá-los de lá achando que eram simples torcedores, mas o distintivo levantado de Aizu os fez recuar.

Megure e Kogoro os receberam com a mesma seriedade que  eles entregaram na entrada, mas tal seriedade foi quebrada graças ao Saiko.

– Me fala quem foi o desgraçado que estragou meu descanço que acabo com ele antes do Suntory ganhar o campeonato! – Disse ele enquanto estalava os dedos repetindo a expressão de Yakuza que fez mais cedo para a Yumeria.

– Primeiro temos que saber se o lugar está sendo visado, afinal, não podemos estragar a vitória majestosa do Brave Lupus, certo? – Complementou Aizu com um sorriso seco.

Megure suspirou e separou os dois com sua voz, antes que eles começassem a brigar:

– Por hora, é só uma suspeita. Mas se de fato estivermos certos, o ato de terrorismo de ontem pode se repetir aqui.

– E temos que evitar isso a todo custo. – Completou Shiratori que tinha acabo de chegar junto do Takagi e a Sato. – Obrigado inspetor Megure, irei assumir daqui.

Com um pequeno aceno de cabeça ele abriu espaço para que o Inspetor assumisse o espaço entre ele e Mouri para poder olhar as câmeras. Ele questionou as informações conquistadas, nisso Mouri explicou a dedução dele, e que eles estavam em busca de qualquer coisa suspeita no estágio.

Megure disse para o trio que a chefa deles estava preocupada. Eles disseram que mandariam uma mensagem para ela depois.

– Vocês três. – Chamou Shiratori. – Posso pedir que ajudem a segurança local com a busca? Vocês estão a paisana, então será mais fácil verificar o local sem chamar a atenção.

– Pode deixar. Acabaremos com isso antes do primeiro terminar! – Disse Yamamoto enquanto saia correndo rindo.

– Sim senhor… E prometo de fato não chamar atenção igual aquele idiota… – Informou o Aizu com uma reverência formal.

– Irei ligar antes para a Yumi-sama, mas assim que informá-la da nossa situação eu irei ajudar na busca. Com licença… – Disse Yumeria fazendo uma reverência completa e quase batendo de cara na parede ao se virar para sair.


Apesar de não agradar muito NINGUÉM presente, de fato, Yamamoto achou algo em menos de 10 min. Ele já ia se vangloriar e perguntar que alguém gostaria de saber a lógica por trás do seu raciocínio, mas todo mundo, tirando o Shiratori, soltaram um “não” alto e audível.

Em uma caixa que se guarda a mangueira para o caso de incêndio, atrás do objeto, tinha algo que parecia um mecanismo cronometrado para acionar uma explosão. Ao ver isso, Shiratori já tinha saado o celular para ligar para a equipe especializada. Enquanto a ligação conectava, ele fez um sinal com a mão para o Megure e os outros policais presentes para que eles tentassem seguir os fios e identificassem onde estavam as bombas.

Conan conseguiu invadir o perímetro no momento que os policiais estavam se espalhando. Mouri percebeu a criança chegando e ficou possesso.

– Como diabos você entrou aqui?! – Ele o levantou pelo colarinho e o encarou nos olhos, quase soltando fumaça pelas narinas.

– Eu disse para o guardinha que tinha que lhe entregar algo que você tinha me pedido Oji-san! – Disse o garoto enquanto se sacudia.

Mouri então o jogou no chão, não com muita força para não machucá-lo seriamente, mas com força suficiente para dá-lo uma lição.

– Ah é?! E o que é que você me trouxe? – Indagou-o com as mãos na cintura se curvando para ficar com o rosto mais próximo da criança.

– Informação do Hakase! – Disse Conan tentando pensar em algo útil, que pelo menos enrole o Detetive Dominhoco.

– Ha… Hakase? E o que ele sabe que me poderia ser útil? – Mouri ficou legitimamente curioso.

– Antes disso, o que está acontecendo? – Disse a criança com um sorriso largo que fez as veias do Kogoro saltarem.

– Tem um mecanismo explosivo LOGO atrás de mim, os policiais estão trabalhando em conjunto para tentar achar as bombas e impedir uma verdadeira tragédia. Agora… Se você não quiser levar uma surra é melhor você dizer o que o Hakase quer que eu saiba e sumir daqui.

“Que medo… Mas… Tem algo de errado… Está muito óbvio… Eu realmente achei que não teria nada aqui… ARG! Que sensação ruim é essa de que tem algo muito errado na minha resolução em algum ponto… A Haibara teve a mesma sensação… O que é… O que é?!”

– Olhe aqui garoto… Se você não tem nem metade da intenção de abrir a boca eu vou te chutar daqui! – Ao dizer isso ele levantou os punhos, mas parou ao ver o garoto olhar para ele com olhos extremamente arregalados de pânico.

– QUANTO TEMPO O JOGO ESTÁ ROLANDO?! – Gritou o garoto em desespero chamando a atenção do Shiratori que veio verificar a razão.

– E o que isso tem em relação…

– Uns 35 minutos, quase terminando, por quê? – perguntou Shiratori, legitimamente preocupado.

– As bombas vão explodir ao fim do primeiro tempo! É isso que o Hakase me pediu para dizer!

– O que?! Como que ele chegou a essa conclusão?! – Mouri começou a suar frio.

– E isso importa?! Agasa Hakase já ajudou a polícia o suficiente para levarmos o palpite dele em conta! – Dizendo isso ele pegou o rádio da polícia e apontando para o chefe da segurança fazer o mesmo eles deram uma única ordem. – PAREM O JOGO! RECUEM OS CIVIS PARA ONTEM!


A equipe anti-bomba tinha acabo de chegar para ouvir que teriam que recuar os civis em 2 minutos para menos. Estava uma verdadeira confusão lá dentro. Policiais e seguranças tendo que abandonar o protocolo para fazer a população correr o mais rápido possível para fora do local.

Todo mundo estava sendo evacuado pela entrada e saída de veículos no canto sudoeste e noroeste do estágio. Mesmo eles tentando organizar a situação, era impossível, qualquer um estava sendo levado para a saída mais próxima, policiais e seguranças corriam por entre os corredores, verificando banheiros e salas internas em busca de pessoas perdidas. E dado a emergência da situação, os policias teriam que tentar fugir faltando 1 minuto para o tempo informado.

Só que, infelizmente, não importa o quão rápida e desesperada seja a ação: É impossível evacuar um estágio em 5 minutos. E esse tempo tinha acabado. E alguém sorriu achando que a vitória estava garantida… Esse alguém… Era Kudo Shinichi.


Porque esse alguém seria o Shinichi? Será que vocês sabem fazer um bom chute? =V

13 thoughts on “Hoje é um dia “feliz”

  1. quando eu vi o texto grande bate até desanimo as vezes mas ao começar a ler bem nada mal gostei ^_^

    1. Se você chegou até aqui fan fic, saiba que já leu mais de 110 páginas A4 do Word.

  2. Que pedaço maravilhoso <3
    Eu tenho duas teorias sobre o final: a primeira é o criminoso (seja ele o kuro ou aquele com quem ele tem uma aliança) está vestido de shinichi e pretende fazer uma besteira para sujar o nome do detetive (ou pretende ajudar pra ter a confiança dos policiais e depois roubar algum tipo de informação importante, e o conan não podendo fazer nada, pois kuro não pode saber que ele é a criança).
    a segunda é que é de fato o shinichi/conan sorrindo, feliz por, mesmo não havendo tempo parar evacuar a população, o plano correu como ele desejava (um plano que só vai ser dito no proximo)
    ah,a terceira teoria que acabei de pensar seria o kaito kid rindo fantasiado de shinichi, agora o porquê eu não sei, jamais vou entender a linha de raciocínio desse cara.
    Fic muito bem escrita como sempre, embora tenha achado duas palavras com letras "comidas" e-e, mas nada que impeça a compreensão do texto.
    aaaa estou tão ansiosa pra próxima parte <3

    1. Quais palavras? Passaram desapercebidas, e é bom eu corrigir, não só no post, mas para quando for passar par ao Spirit

      1. “Shiratori já tinha[ saado] o celular para ligar para a equipe especializada.” (na parte que encontram uma bomba atrás da mangueira de incêndio)

        “Yamamoto teve sua bebida [derruba] em seu colo” (na parte deles se divertindo no estádio)

  3. Por incrível que pareça, pensei quase as mesmas coisas que o comentário acima! Kkkkkkkkk Menos a possibilidade de que poderia ser o Kuro disfarçado. Kkkk Luc te admiro por criar um vilão tão consistente e realista! Preciso aprender a fazer isso… Boa sorte com a continuação! Estou ansiosa por mais capítulos! ^.^

  4. aaaaaaaa queria ter comentado no dia certo ;-;
    bem sobre eu sinceramente pulo algumas coisas ler talvez não seja o meu forte
    mas realmente você é um sádico pra terminar na melhor parte ah sim eu nem vi se vc postou algum outro cap hoje ou ontem
    então não vou sofrer

    se tiver cap

    1. Estou seguindo todo dia, e AMO DE FATO parar na melhor parte =V
      (Sim, sou sádico)

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