Histórias

“Enquanto isso, antes da última entrevista.” Sim… Mais um pedaço da fic.

Eu ia escrever um título imenso aqui, mas… Nha… Deixa…

Esse pedaço é pequeno. Após ele será a última “entrevista” e eu organizarei esse pedaço no capítulo na página das histórias… Vamos aos “ps.:”

Ps1.: 644 palavras, somente duas página. Pedaço curto mesmo.
Ps2.: Estou em dúvida se ligo o foda-se para opinião e resoluções de vocês, ou espero elas para definir como seguirei com o caso (após o enigma).
Ps3.: O motivo do “Ps2” é para que respondam nos comentários, se vão querer tentar solucionar os enigmas, se os acharão difícil, fácil, etc.
Ps4.: Quero.


Longe dos interrogatórios, um jovem garoto esperava por um ônibus que chegará a seu ponto. Entrando no veículo de forma descompromissada, ele sentou-se ao lado de alguém que, até o momento, estava vetando o caminho para o assento na janela, dando espaço exclusivamente para o moleque.

– Espero que você tenha um bom motivo para me chamar assim… – Disse o garoto sem tirar os olhos da frente do ônibus.

– Eu não viria de cara limpa encontrar com um dos meus inimigos se não tivesse. – Respondeu o jovem enquanto mexia no celular. – Devo admitir que você vai cumprir com suas promessas não é mesmo, detetive?

– Sim… Devo dizer que é um acordo muito bom para você. – Informou o garoto enquanto se encostava ao acento vazio a frente. – Então, pode me adiantar sobre o que se trata?

– Vamos dizer que após tanto tempo, a princesa anda apresentando um comportamento perigoso… – Disse o jovem ainda vidrado no celular.

Demorou um tempo para o garoto assimilar o que aquela frase implicava, mas assim que notou sua profundidade, ele encostou-se a seu local e segurou o colarinho do casaco branco do rapaz do seu lado.

– O que você quer dizer com isso Kid?! O que aconteceu com a Ran?! – Conan começou a deixar sua mente astuta trabalhar em mil locais, mas sem achar resposta, e essa falta de resposta dava a ele o desespero visível em seus olhos. Desespero esse que foi notado pelo ladrão do luar, que mantendo a “poker face”, continuou o relato.

– Fale baixo, não quero chamar atenção por um motivo óbvio… E quanto a princesa… POR ENQUANTO, só sua visita, do pequeno “Conan-kun”, já irá ajudar bastante. É uma situação delicada, mas nada que não possa ser corrigido. No pior dos casos… Bem… Você só terá mais dor de cabeça em relação a mim… – Disse ele travando o celular e guardando ele. Ele tentou sorrir zombeteira para o pequeno companheiro que não sabia distinguir piada de realidade, sua maior fraqueza para tipos como o Kid e sua parceira Haibara Ai. – Para acalmá-lo, porque não relembramos o acordo, afinal, esse tipo de processo lógico lhe agrada não?

Conan pensou um pouco como proceder, mas acabou concordando, porque não sabia quanto tempo ficaria nesse ônibus.

– Primeiro: Tudo que vejo ou descubro sobre Kaito Kid fora dos seus “shows” será terreno “neutro” e não poderá ser usado contra você; Segundo: Novamente, fora de seus “shows” sou obrigado a ajudá-lo a manter sua identidade segura, desde que isso não implique em ajudá-lo diretamente em um roubo; Terceiro: Irei lhe ajudar a achar a jóia que você tanto procura. Mas isso não significa que não possa ajudar a prendê-lo no ato do roubo; Esqueci de algo? – Concluiu Conan em um suspiro.

– Quarto: Você deve se referir a mim como Kaitou-niichan quando estiver comigo. – Disse Kid com um sorriso besta.

– Negado. – Respondeu de imediato.

– Tch, sem graça… Enfim… Como anda as investigações? Elas me interessam também, afinal de contas: “Ele possui uma jóia que pode me interessar.”

– No momento, Haibara e o Hakase devem estar ouvindo o interrogatório do Ossan com os novos membros da perícia. Eu só conseguirei novas pistas após ler os dados… Mas eles são altamente suspeitos.

– Hum… Entendo.

– Lhe perguntar… Porque você procura tanto essa “jóia”?

Kaitou pareceu pensar se deveria ou não dizer, seu maior mistério. A conclusão que ele teve foi o meio termo… Mas bem… Levando em conta quem era aquela criança pode se dizer que ele escolheu contar o motivo.

– Ela está diretamente relacionada ao Kaitou Kid anterior. Só isso. – Com seu “poker face” maroto, Kaitou colocou o gorro do seu casaco e se aconchegou no acento. – Tire um cochilo, vai ser uma viagem um pouco longa…

– Sei… – Disse Edogawa enquanto memorizava o caminho com seus olhinhos de criança.


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Ah! Domingo é o primeiro dia da semana, só para constar…

Eterno mascote da GHS. Futuro escritor de sucesso, porque acredito na minha criatividade, potencial e coração das cartas. Amante de carne e jogos. Aliás... Vai comer isso ai?

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