Essa parte terá MUITAS imagens, e sabe porque? Porque tem um enigma para vocês tentarem resolver =V

Tempo para isso? Cerca de 1 a 2 dias (se eu falhar em escrever o suficiente para o próximo dia)


Conan tinha se dirigido ao café Poirot na intenção de conversar com o Amuro, porém aparentemente ele tinha tirado licença do serviço, por um motivo que a Azusa não soube explicar:

– Eu não entendi o pedido da licença dele… De acordo com o chefe ele disse algo como: “A casa do Penhasco está precisando de mim, espero que a Srta. Buckley aceite minha visita.”; Será que essa Srta. Buckley é alguém importante para ele?

Essa mensagem de fato não deveria ter sentido para Azusa e nem para o chefe do café. O único motivo para Amuro deixar uma mensagem tão vaga em seu pedido de licença é para que certo alguém “curioso” entendesse sua ausência e o que ele estaria fazendo… “A Casa do Penhasco” é referente à casa da Srta. Buckley onde o detetive Poirot tirou férias por uma semana, e lá um caso ocorre onde a dona da casa escapa da morte diversas vezes. Ou seja, Tooru estava tentando dizer ao Conan que ele estava se afastando do café para se concentrar em um caso.

“Espero que essa Srta. Buckley não seja uma bebida forte…” Pensou o garoto enquanto subia as escadas da agência para encontrar o detetive enterrado em papeis, com o escritório cercado por livros e uma bagunça desumana. O local não estava assim ontem de manhã cedo… Com certeza o detetive dorminhoco estava trabalhando em alguma ideia…

– Mouri-tantei, o que está fazendo? – Perguntou o garoto esquecendo como ele se dirigia a ele normalmente como Conan.

Tal equívoco fez o detetive sair de meio a seu caixão de papel em um sobressalto que teve o êxtase completamente congelado ao ver a criança. Mas como seu cérebro estava funcionando a mil, e deixando o corpo exausto, ele concluiu ser um leve delírio.

– Moleque… O que está fazendo aqui? – Disse ele voltando a se sentar e voltar a revisar a papelada que se formava em sua mesa.

– Vim ver como você estava e o que anda fazendo…

Mouri não respondeu a frase com nenhuma reação, forçando Edogawa a questionar mais diretamente.

– Então… O que está fazendo?

Dessa vez ele reagiu o encarando. Nesse momento Mouri pensou em dizer qualquer coisa para agradar o garoto e voltar ao serviço. Mas ele estava tão cansado fisicamente e mentalmente para pensar em uma desculpa para uma criança… E algo dentro dele dizia que aquela criaturinha poderia lhe dar uma luz em seu árduo trabalho. Afinal, ele já tinha apontado tantas coisas estranhas tantas vezes, vivia lendo livros aleatórios e vendo documentários estranhos na televisão, talvez ele soubesse para onde o velho homem poderia olhar.

– Estou tentando descobrir onde será o próximo crime… Definitivamente o que ocorreu ontem foi só uma demonstração do que pode estar por vir… Estive pesquisando sem parar sobre as pistas… Sodoma e Gomorra foram cidades destruídas por Deus com fogo e enxofre que desceram do céu. O tempo eu não consegui decifrar… 2:40 não parece fazer sentido! Já tentei ler qualquer parte da bíblia que possa ter alguma relação a esse número, e nada.

Conan estava impressionado, ele nunca tinha visto o Mouri se focar tanto. Ele até queria dizê-lo, que o número não tem relação às cidades bíblicas, mas sim ao número químico (2,4 – D) do ácido diclorofenoxiacético. Como ele sabia disso? Culpa de umas conversas aleatórias com a Haibara sobre invenções químicas criadas com intenções malignas que acabaram tendo um uso. Provavelmente, quem criou o caos de chamas, quis dizer que iria queimar a cidade e eliminar as pessoas como erva daninhas, da mesma maneira que Deus fez a Gomorra e Sodoma…

Enquanto a criança delirava um pouco sobre a resolução do enigma que prendia o detetive Mouri. Ele já tinha dito que, mesmo que ele descobrisse o motivo do número, provavelmente não era o importante para aquele dia. Afinal, hoje teria outro ataque, a questão é onde e quando? Ele continuou a falar suas deduções e pesquisas na esperança da criança apontar algo de estranho.

Ele mostrará o mapa de Tokyo e os pontos que ocorreram o incêndio.

– A parte com uma seta é um ponto onde, infelizmente, só foi descoberto após o início do incêndio.

Como o principal foco das chamas foi a estação de metro, o detetive também estudou o mapa das linhas do metro.

Mas, infelizmente, isso também não o estava ajudando… Mesmo se colocasse os pontos no devido lugar ainda não o iluminava em nada…

Conan ao ver todo o trabalho envolvido do Ossan em tentar avançar no mistério, meio que lhe fez querer que ele chegasse à conclusão por si só. Mas não tinha como lhe dar essa regalia, não havia tempo.

– Não importe o quanto eu olhe para esses mapas, busque livros com coisas relacionadas às cidades, ao número 2:40, não acho nenhuma pista! Parece tudo muito aleatório! – Reclamou o detetive cheio de olheiras.

A realidade é que mesmo Edogawa estava intrigado por esses pontos. Ligá-los dava uma pirâmide, ou uma pipa, ou até mesmo uma seta. E ele comentou isso ao homem que esperava comentários, mas a reação foi diferente da esperada.

– Eu percebi isso também… Mas novamente, nada de interessante em relação a essas figuras… Mesmo que seja uma seta, seguir qualquer direção dessas “setas” não há limite. Mesmo que seja uma pirâmide, o seu centro seria o Banco do Japão e o local já foi vistoriado e está sendo guardado a todo o momento após a confusão de ontem. E para uma pipa… Está muito torta para ser uma pipa… Ou qualquer losango…

Foi com essa frase que Conan entendeu o objetivo desses pontos… Mas diferente do que ele gostaria, se ele simplesmente dissesse qual era o objetivo, não há televisão e revista que uma criança leia ou veja que explicaria tal conhecimento. Então primeiro, ele tinha que garantir que o Mouri tinha tal conhecimento, verificando os livros e as papeladas espalhadas ele procurou pela resposta… E ela estava lá! Em um livro de matemática! Agora só faltava fazer o homem perceber…

– Hum… Realmente Ojissan, muito confuso e aleatório. Está até me fazendo girar os olhos de olhar para isso!

Mouri não entendeu o que ele quis dizer, o que o fez sentir um pouco de decepção e suspirar pesadamente. Mas a criança não desistiu com tão pouco.

– Aliás, você também parece estar com os olhos rodando igual um redemoinho de naruto! Igualzinho os desenhos da T.V.!

Dessa vez o velho já estava querendo jogar a criança para fora do escritório, mas quando estava levantando, sentiu a pressão cair o fazendo se debruçar na mesa e olhar o mapa por cima. Conforme a pressão ia voltando sua memória foi recorrendo a algumas formas que ele viu mais cedo, e a dica fez sentido.

– De fato garoto, igual um naruto. – Disse ele abrindo um sorriso e pegando o telefone para avisar ao Megure que ele sabia onde ocorreria o próximo ataque, infelizmente, não o horário.

Edogawa sabia o horário agora que tinha entendido o local, mas isso era o de menos, porque se agissem antes e evitassem o crime, era uma vitória garantida.


 

EEEEEE É isso, vocês tem de um a dois dias para resolver esse mistério e descobrir AONDE será o próximo crime. Eu tenho CERTEZA, que tem dicas o suficiente para chegar a solução, até estou achando que dei dicas em EXCESSO! Anyway, ainda conseguindo um post por dia… Vamos ver se continua assim…

10 thoughts on “Continuando

    1. Você tem sorte de eu não saber onde você mora e o quão longe isso pode ser, caso contrário iria te bater tanto e.e

  1. Não faço ideia :v não nasci pra ser conan,nem shinichi -q
    mas chuto q vai ser em shin-ohashi dori só pq começa com shin(ichi) e-e

  2. então…..que animes dessa temp vcs tão vendo? essa n ta que nem a passada(que eu achei a melhor em anos)mais tambem n ta mal

      1. nah, prefiro comentarios mesmo :v

        ….pera, tem chat???? eu ate daria uma olhada, mais nunca usei chat nenhum, e esse n é um bom motivo pra começar :3

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